Lições Bíblicas do 4° Trimestre de 2023, Adultos CPAD

Lição 2 Missões Transculturais: À sua Origem na Natureza de Deus

 

Lições Bíblicas do 4° Trimestre de 2023, Adultos CPAD

Revista: Até os Confins da Terra: pregando o Evangelho a todos os povos até a Volta de Cristo

Comentarista: WANER GABY

Aula: 8 de Outubro de 2023

TEXTO ÁUREO

“Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma multidão de nações.” (Gn 17.4)

VERDADE PRÁTICA

O amor de Deus é a verdadeira motivação do crente para realizar a obra missionária.

LEITURA DIÁRIA

Segunda – Hb 11.8

Chamado a ir para um lugar completamente desconhecido

Terça – Gl 3.8,16

O Senhor Jesus Cristo é o legítimo descendente de Abraão

Quarta – Gl 3.16; 4.4

A providência salvífica de Deus na história humana por meio de uma família

Quinta – Ef 1.7; Gl 3-13; 4-5

O plano redentor de Deus como atividade executada por meio de Jesus Cristo

Sexta – Gn 12.3

A natureza missionária de Deus na relação com a humanidade

Sábado – Mt 5.13-14

Igreja de Cristo – chamada para ser sal da terra e luz do mundo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 12.1-3; 17.1-8

Gênesis 12

1 – Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.

2 – E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.

3 – E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.

Gênesis 17

1 – Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito.

2 – E porei o meu concerto entre mim e ti e te multiplicarei grandissimamente.

3 – Então, caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo:

4 – Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma multidão de nações.

5 – E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai da multidão de nações te tenho posto.

6 – E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti.

7 – E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti.

8 – E te darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus.

Hinos Sugeridos: 49, 459, 545 da Harpa Cristã

PLANO DE AULA

1. INTRODUÇÃO

Nesta lição, vamos estudar o desafio missionário de apresentar o Evangelho a outras culturas. Para isso, vamos analisar como Deus se revela nas Escrituras a partir da escolha de uma família para alcançar todas as famílias da Terra. Perceberemos que todo esse movimento transcultural da missão cristã está fundamentando na natureza amorosa do Deus Pai. O que motiva (a) um missionário (a) a atravessar culturas para apresentar o Evangelho de Cristo é o amor de Deus por meio da entrega de seu único Filho, Jesus Cristo.

2. APRESENTAÇÃO DA LIÇÃO

A) Objetivos da Lição:

I) Explicar a natureza missionária de Deus;

II) Enfatizar o amor de Deus como princípio fundamental da Redenção;

III) Estabelecer a visão bíblica transcultural da Missão.

B)     Motivação: A maneira como vemos Deus se revelar em sua Palavra nos permite afirmar que Deus se relaciona com o ser humano. Dessa forma, a Missão Transcultural é uma obra de relacionamento, num primeiro momento, com o desconhecido. Isso requer empatia, boa vontade e muito amor de Deus derramado no coração do missionário. Só é possível fazer missões transculturais tendo como fundamento o amor de Deus.

C) Sugestão de Método: Ao introduzir o segundo tópico, pergunte a classe como ela vê o amor como fundamento da Missão Transcultural. Deixe-a expor a opinião. Em seguida, de acordo com o tópico da lição, mostre que o amor de Deus é o fundamento da redenção da humanidade por meio de Cristo Jesus e é isso que constitui a base toda dinâmica das Missões Transculturais. Nesse sentido, o trabalho missionário é a vivência do amor divino como relação dinâmica, ativa e de sacrifício que pode reunir muitas outras forças para um propósito.

3. CONCLUSÃO DA LIÇÃO

A) Aplicação: Nesta lição, todos somos convidados a refletir a res

peito da natureza missionária de Deus por meio de seu amor. Por esse amor, todos fomos alcançados. É por esse amor que, também, somos exortados a alcançar pessoas que ainda não tiveram um encontro com Deus.

4. SUBSÍDIO AO PROFESSOR

A)     Revista Ensinador Cristão. Vale a pena conhecer essa revista que traz reportagens, artigos, entrevistas e subsídios de apoio à Lições Bíblicas Adultos. Na edição 95, p.37, você encontrará um subsídio especial para esta lição.

B) Auxílios Especiais: Ao final do tópico, você encontrará auxílios que darão suporte na preparação de sua aula:

1) O texto “Deus Pai como Missionário”, localizado depois do primeiro tópico, aprofunda a reflexão a respeito da natureza missionária de Deus;

2) O texto “Deus Espírito Santo como Missionário”, ao final do tópico três, amplia a reflexão de Deus como o modelo missionário da Igreja.

INTRODUÇÃO

A palavra “transcultural” traz a ideia de um missionário que transpõe as barreiras da cultura de um povo, ou civilização, para apresentar  o amor de Deus. Isso implica interação com todos os grupos étnicos da Terra, com os diferentes aspectos da vida das pessoas. Na lição desta semana, veremos que Deus escolheu uma família , para, por meio dela, alcançar todas as famílias da Terra. Esse processo se deu por Abraão, sua família, a nação de Israel, a pessoa de Jesus e, finalmente, ’ a Igreja. Assim, contemplaremos a natureza missionária de Deus, bem como o caráter do seu amor como a base de toda a prática missionária dos cristãos.

I – A NATUREZA MISSIONÁRIA DE DEUS

  1. A natureza missionária de Deus no chamado de Abrão (Gn 12.1-3).

A expressão “Sai-te da tua terra” revela uma ordem e um chamado de Deus para Abrão ir a um lugar que, a princípio, ele não conhecia (Hb 11.8). Junto com essa ordem, veio uma promessa: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

Essa promessa diz respeito a uma bênção espiritual para o mundo por meio da descendência de Abraão. Nesse sentido, o apóstolo Paulo escreve que essa bênção refere-se ao Evangelho revelado em nosso Senhor Jesus Cristo, o descendente legítimo de Abraão (Gl 3.8,16). Assim, a partir de uma família, Deus providenciou a salvação para o mundo inteiro (Gl 3.16; 4.4). Por isso, podemos afirmar que a origem das Missões Transculturais está intrinsicamente relacionada com a natureza missionária de Deus.

 

2. A missão como atividade de Deus no mundo.

Para conhecermos a missão como atividade de Deus no mundo é preciso voltar à revelação especial que o próprio Deus fez na sua Palavra. O capítulo 17 de Gênesis nos mostra o Deus soberano e excelso que se relaciona com um ser humano limitado (Gn 17.1). Ele tem tanto zelo pela sua promessa que trocou o nome de Abrão para Abraão a fim de reafirmar a sua aliança, que transcenderia ao cumprimento geográfico da promessa (Gn 12.1 cf. 17.5,8). Aqui, fica clara a Missão como a atividade de Deus no mundo. Ele mesmo, e não outro, é o maior protagonista das atividades missionárias. Deus age no mundo pela sua graça a fim de reconciliá-lo consigo mesmo (2 Co 5.19). Por isso, o nosso maior modelo missionário é o próprio Deus.

 

3. O nosso modelo missionário.

O modelo missionário básico de que dispomos para a Igreja na atualidade não se fundamenta em figuras ilustres da história da Igreja, nem em projetos contemporâneos de pessoas com feitos notáveis. Certamente que os modelos de hoje e os do passado merecem nossa atenção a fim de ampliar nossa visão missionária, principalmente, na aplicação das missões transculturais.

Contudo, nosso principal modelo de Missões revela-se no próprio Deus, cuja natureza missionária nos é demonstrada no Antigo Testamento (Gn 3-9; Is 55.4).

AMPLIANDO O CONHECIMENTO

“DEUS É AMOR.

[…] O fato de que Deus é amor é revelado apenas na Bíblia. O amor divino é a qualidade dinâmica e estimulante pela qual Deus deixa a si mesmo e pela qual Ele se relaciona em toda a sua suficiência e beneficência com sua criação. Seu amor o motiva eternamente a se comunicar e participar com o objeto de seu relacionamento.” Amplie mais o seu conhecimento, lendo a obra Teologia Bíblica de Missões, editada pela CPAD, p.73.

SINOPSE I

Deus é o modelo missionário da Igreja que pode ser observado a partir da eleição de uma família para alcançar todas as famílias da terra.

AUXÍLIO MISSIOLÓGICO

“DEUS PAI COMO MISSIONÁRIO

A colocação de nosso Senhor, no poço de Jacó, em Samaria, de que Deus é Espírito (Jo 4.24), é muito interessante. Pouco tempo depois, João acrescentou, através da revelação do Espírito Santo, que Deus também é luz e amor (1 Jo 1.5; 4.8,16).

Não importa o que mais essas caracterizações misteriosas e profundas possam indicar, elas certamente implicam que Deus é um Deus amigo. Sua natureza interior não é antissocial. Enquanto que a Bíblia declara a ‘diversidade’ de Deus — sua santidade — ela ensina com igual ênfase que Deus é um Deus de relacionamentos. Ele é o Deus vivo, não o absoluto impessoal de Aristóteles ou o Deus isolado do judaísmo recente. Ele tão pouco é o Brahma neutro do hinduísmo ou o deus ausente do deísmo. Ele é o Deus e o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó, o Deus de Moisés, o Deus de Israel. Ele é nosso Pai. ‘Porque sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, teu Salvador… o Criador de Israel, vosso Rei’ (Is 43-3-15)- Tais passagens podem ser grandemente multiplicadas tanto a partir do Antigo como do Novo Testamento” (PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, pp.70,71).

II – AMOR DE DEUS: O PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA HISTÓRIA DA REDENÇÃO

1. O amor de Deus.

A Bíblia mostra que Deus é amor (1 Jo 4.8,16). No Antigo Testamento vemos o seu amor no relacionamento com todos os homens (Dt 33.3). Também contemplamos esse amor na escolha de Deus por Israel (Dt 7.7; Os 11.1; Ml 1.2) e em seu relacionamento com esse povo num processo de renovação de alianças em que sua misericórdia e benignidade são reveladas (Dt 7.9; Is 54.5-10). No Novo Testamento, esse amor de Deus por todas as criaturas é afirmado e ampliado (Jo 3.16). O Altíssimo é revelado como amoroso, pois Ele mesmo é o amor (1 Jo 4.8,16) e este, por sua vez, é a sua própria essência. Portanto, o amor é a base de todo o plano de redenção revelado na Palavra de Deus.

 

2. A Redenção no Antigo Testamento.

Redenção significa livrar o escravo de sua escravidão com base no pagamento de um preço por um redentor. Esse é o conceito básico para a visão bíblica da salvação. No Antigo Testamento, a redenção está associada à vida familiar, social e nacional de Israel nos seguintes aspectos:

a) resgate para libertação de um escravo (Lv 25.48-55);

b) recuperação de um campo (Lv 25.23-34;

c) resgate de um macho primogênito (Êx 13.12-16);

d) resgata de alguém que seria condenado à morte (Êx 21.28-36).

Além disso, a Bíblia mostra também Deus agindo de forma redentora em favor do homem:

a) quando Jacó invoca: “o Anjo que me livrou de todo o mal” (Gn 48.15,16);

b) quando Deus declara a intenção de livrar Israel da servidão do Egito, dizendo: “Vos resgatarei com braço estendido” (Êx 6.6).

 

3. A Redenção no Novo Testamento.

No Novo Testamento, a redenção é estritamente uma atividade divina que é realizada por meio de Jesus Cristo (Ef 1.7; Gl 3.13; 4.5). Nesse caso, a remissão do pecador é assegurada com base no preço do resgate pago a Deus Pai por Jesus Cristo em sua morte na cruz (Tt 2.14; Hb 9.12; 1 Pe 1.18,19) cuja obra redentora é declarada no Novo Testamento (Hb 9.25-28). No entanto, a experiência de redenção só estará completa e consumada na segunda vinda de Cristo, por ocasião da glorificação final do crente (Lc 21.28; Rm 8.23; Ef 1.14). Portanto, o plano de redenção do pecador é o glorioso anúncio da obra missionária que está fundamentada no amor de Deus.

SINOPSE II

O amor de Deus é o princípio fundamental da história da redenção e, por isso, é o fundamento das Missões Transculturais.

III. CARÁTER TRANSCULTURAL DA MISSÃO

 

 

1. Um Deus Missionário.

O Antigo Testamento revela um Deus missionário. No livro de Gênesis, Deus trata não somente com uma nação específica, mas com toda a humanidade:

a) A queda do homem (Gn 3.15);

b) O dilúvio (Gn 6.13);

c) A eleição de um povo para abençoar a todos os demais, após a Torre de Babel (Gn 12.3).

Nesses textos, a falha do homem está caracterizada, bem como o juízo de Deus e a sua promessa. Assim, o Deus missionário estabeleceu uma estratégia de abençoar a todos os povos por meio de Abraão: “E abençoarei os que te abençoarem […] e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

 

2. A escolha de Israel e sua missão.

Por meio de Abraão e sua fé, Deus escolheu Israel para ser um povo especial ao longo da história; para que participasse de modo especial do seu plano de redimir toda a humanidade. Ao estabelecer um relacionamento vertical e correto com Deus, Israel seria o exemplo para as demais nações. Era desejo do Altíssimo que Israel se distinguisse dos outros povos como sua joia preciosa. Ele queria que a santidade de Israel, como exemplo vivo do poder e de sua graça, atraísse o restante das nações.

Entretanto, Israel fracassou nesse propósito. A promessa estabelecida em Gênesis 17.8 foi invalidada pela apostasia e infidelidade da nação (Is 24.5; Jr 31.32). Por isso, Israel foi levado para o exílio na Assíria (2 Rs 17), enquanto Judá, posteriormente, foi levada para o cativeiro em Babilônia (2 Rs 25; 2 Cr 36).

 

3. A escolha da Igreja.

O Senhor Deus sempre desejou que os gentios fossem levados à luz. A salvação por meio de Cristo é o cumprimento divino da promessa dada a Abraão de abençoar todas as famílias da Terra. Embora Israel tenha fracassado em seu ministério intercultural, Deus transferiu esse ministério missionário aos filhos do Novo Testamento – a Igreja de Deus. Essa Igreja herdou uma incumbência divina, sendo chamada a participar com Deus na evangelização do mundo. Por isso, fomos chamados para ser sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-14).

SINOPSE III

A missão transcultural da Igreja está fundamentada no caráter missionário de Deus.

AUXÍLIO MISSIOLÓGICO

“DEUS ESPÍRITO SANTO COMO MISSIONÁRIO

 O Espírito Santo é a presença de Deus no mundo. Ele é um membro da Trindade que vai aonde lhe é destinado. Ao compartilhar com o Pai e o Filho os aspectos qualitativos de personalidade, divindade e infinitude, Ele, também, é ‘luz e amor’. Ainda assim, raramente a doutrina do Espírito Santo é relacionada a missões mundiais, embora esse pareça ser o principal ímpeto da operação do Espírito de acordo com as Escrituras. O grande livro de Harry Boer, Pentecost and Missions (Pentecostes e missões), portanto, não é apenas bem-vindo, mas muito necessário. Ele harmoniza um tanto a questão, embora o livro seja totalmente desconsiderado pelos teólogos de hoje. As duas principais emanações redentoras de Deus são a encarnação de nosso Senhor Jesus Cristo e Pentecostes, a vinda do Espírito Santo. Há, porém, um ministério pré-pentecostes e um ministério pós-pentecostes do Espírito Santo. O ministério pré-pentecostes é totalmente exposto no Antigo Testamento e nos Evangelhos, enquanto que o ministério pós-pentecostes relaciona-se em particular a missões mundiais. Podemos falar disso como o ministério geral ou universal do Espírito Santo, tendo em mente que o Espírito Santo é a presença de Deus e é onipresente. Como tal, Ele está em operação no universo humano” (PETERS, George W. Teologia Bíblica de Missões. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000, pp.92,93)

CONCLUSÃO

Vimos a natureza missionária de Deus desde o início da Bíblia. A partir de uma família, Deus planejou a salvação para a toda a humanidade. Isso revela que o plano redentor de Deus está fundamentado no seu excelso e glorioso amor pelo mundo todo (Jo 3.16). É esse amor que estimula a Igreja de Cristo levar a sério a obra missionária até que o Senhor Jesus volte. Deus não desistiu do pecador. Por isso, Ele conta conosco, pois é a sua vontade “que todos os homens se salvem” (1 Tm 2.4).

REVISANDO O CONTEÚDO

1.     O que o apóstolo Paulo escreve a respeito da bênção de Abraão?

O apóstolo Paulo escreve que essa bênção refere-se ao Evangelho revelado em nosso Senhor Jesus Cristo, o descendente legítimo de Abraão (Gl 3.8,16).

2. Segundo a lição, por que Deus é o nosso maior modelo missionário?

Ele mesmo, e não outro, é o maior protagonista das atividades missionárias. Deus age no mundo pela sua graça a fim de reconciliá-lo consigo mesmo (2 Co 5.19). Por isso, o nosso maior o modelo missionário é o próprio Deus.

3. O que significa redenção?

Redenção significa livrar o escravo de sua escravidão com base no pagamento de um preço por um redentor.

4. Quando que a experiência de redenção do crente estará completa e consumada?

A experiência de redenção só estará completa e consumada na segunda vinda de Cristo, por ocasião da glorificação final do crente (Lc 21.28; Rm 8.23; Ef 1.14).

5. Para quem Deus transferiu o ministério missionário?

Deus transferiu esse ministério missionário aos filhos do Novo Testamento – a Igreja de Deus.

DICAS DE LEITURAS

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